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Canais Disney devem ser descontinuados com a chagada de streaming em novembro.

De acordo com o site NaTelinha do UOL, mudanças já foram adotadas na Europa, Oceania e Austrália.

16 de agosto de 2020

Por Lipe Justino

Vídeo/Divulgação

Com mais de 60,5 milhões de assinantes pelo mundo, o Disney+ já é considerado um sucesso comercial de streaming. E com a chegada em 17 de novembro, o mercado deve acirrar a disputa pela audiência dos expectadores ainda mais com as mudanças que a companhia do Mickey deve causar.

Quem viveu nos anos 90, sabe que a Disney sempre soube faturar com suas franquias animadas, clássicos que marcaram gerações que eram vendidas em fitas VHS e, posteriormente em DVDs, uma fórmula de sucesso que mudou no inicio dos anos 2000, com a chegada de outras produtoras de animação no mercado, como a DreamWorks, Blue Sky (hoje pertencente ao grupo após a compra da Fox em 2017), Sony Animation e Illumination Entertainment, que com a mesma qualidade gráfica de animação e roteiro, foram conquistando o grande público chegando até a televisão nos canais abertos, se tornando um nicho que era certeza de sucesso no faturamento para as empresas de cinema.

Com o sucesso da Netflix, que revolucionou a forma de consumo de séries, filmes e programas de televisão, inovando a exibição de a entretenimento com uma nova tecnologia, a Disney decidiu também investir nesse modelo de negócio, chegando até mesmo fazer uma oferta de compra a plataforma fundada em 1997 por  Reed Hastings e Marc Randolph.

E claro, essa mudança deve atingir inúmeros contratos de distribuição que a gigante possuí com canais de TV por assinatura como Telecine do Grupo Globo, serviços de streaming como Amazon Prime Vídeo e, até mesmo emissoras de TV aberta.

Se antes o conglomerado dividia o lucro com outras empresas de distribuição, que exibiam propriedades de seus estúdios Marvel, Pixar, LucasFilm, Fox e Touchstones, agora isso deve mudar com a chegada do serviço oficial de streaming, o Disney+ (Disney Plus) no Brasil e, em toda América Latina em 17 de novembro.

De acordo com o site NaTelinha do UOL, mudanças já foram adotadas na Europa, Oceania e Austrália, que receberam a plataforma e posteriormente, tiveram os canais Disney descontinuados. Se as mesmas projeções chegaram por aqui, os países da América também devem sofrer o mesmo impacto. Na Alemanha, Espanha, França e Reino Unido, o canal pago Disney XD já saiu do ar e, os canais Disney Channel e Disney Junior foram descontinuados na Itália.


No ano de 2020, a Rede Telecine não veiculou nenhum sucesso de 2019 dos estúdios Disney em seus canais. Os filmes como “O Rei Leão”, “Aladdin” e “Vingadores: Ultimato” foi parar na Amazon Prime Vídeo, que tem contrato de exclusividade válido por um ano desde novembro do ano passado.


Porém, a partir desta terça-feira, 01/09/2020, todas as propriedades da Marvel, Pixar e Disney disponíveis no catálogo da Netflix, devem ser retiradas do acervo da plataforma e, serem migradas oficialmente para exibição no Disney Plus.


E você, já está preparando o bolso pra chegada dos novos streamings? Vai continuar com a TV por assinatura? Dê sua opinião pra gente!
 

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