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SEM MÚSICA

E SEM MUSHU!

“nós não começamos a cantar quando vamos para a guerra”.

 

19 de janeiro de 2020

Por Lipe Justino

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Finalmente em março estreia o live-action de “Mulan”, a guerreira chinesa da Disney, mas nem todo mundo gostou das novidades anunciadas do longa, que não deve seguir algumas referencias da animação original de 1998.

A história da jovem destemida que arrisca a própria vida por amor à família e à pátria para se tornar uma das maiores guerreiras de toda a China (baseado no Poema narrativo “A Balada de Mulan”), não deve ser um musical como “O Rei Leão”, “A Bela e a Fera” e “Aladdin”. Em entrevista ao Digital Sony, Niki Caro (diretora do filme), disse que as canções foram retiradas para que o filme pudesse ter um tom mais realista, mas garante que a trilha sonora deve ser honrada para os fãs da animação.

“Digo, vamos voltar para a questão do realismo – nós não começamos a cantar quando vamos para a guerra. Eu não estou dizendo nada contra a animação. As canções são brilhantes, e se eu pudesse colocá-las aqui, eu faria. Mas nós honramos a música da animação de um modo bem significativo. Eu acho que isso é a maior coisa sobre eu fazendo – refazendo – um filme icônico como ‘Mulan’ em live-action. É o fato de que pode ser real, e é a história real de uma garota indo para a guerra.”


Sobre a aparição de Mushu, Caro assemelha a Fenix como uma versão atualizada do personagem, que representa os ancestrais da família de Mulan no clássico animado.

“Sabe, a animação clássica se sustenta sozinha nesse quesito. Neste filme, temos uma criatura que é representativa – uma representação espiritual dos ancestrais, e mais particularmente, da relação de Mulan com seu pai… Mas uma versão atualizada de Mushu? Não.”


A Disney quer levar a sério a adaptação da fábula chinesa, que não foi muito representada na produção dos anos 90.

“Mulan” estreia nos cinemas no Brasil em 26 de março de 2020.
 

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