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Último dia de BIG Festival promove mix de palestras para criadores de conteúdo e desenvolvedores

Atualizado: 3 de jul. de 2023

De dicas para o sucesso no TikTok à insights valiosos para como os games podem ser ferramentas para a transformação social.



O quarto e último dia de BIG Festival manteve a alta qualidade e variedade na programação de palestras e entrevistas, com uma programação repleta de opções para todos os campos dos games e do entretenimento, seja no desenvolvimento ou para a promoção dos jogos em redes sociais. O domingo também contou com encontros e presenças VIP que lotaram o stand da Twitch para meet & greets com Gaules & Tribo, G0ularte, Kennzy & Mylon.


 

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Games e Saúde Mental na Globalização Descolonial

O Big Festival recebeu a Games for Changes América Latina, a primeira rede latino-americana para pesquisar, inovar e valorizar a relação entre jogos, aprendizagem e transformação social. O mediador para o papo foi Gilson Schwartz, representante da Games for Changes, acompanhado por Pollyana Natarglacomo, psicanalista e game designer, e Lucas Machado, Doutor em filosofia, ambos parte da Games for Change. Para complementar o papo, participaram Renata Morals, da Lumens, e Tapuia e Julio Santi, da Pepita Digital, produtora do jogo “Master Lemon”, que é um projeto apoiado pela GfC e será lançado na ONU.

Gilson abriu o papo apresentando um pouco do projeto Games for Change, que vai para a ONU este ano para discutir como os games podem acelerar e impactar uma transformação para um mudo melhor e mais sustentável. Também como o foco da palestra, este ano o "Gamers for Change" dará foco para a Saúde Mental em seus eventos e projetos, trazendo debates e análises muito importantes para o mercado de games e entretenimento no geral.


Renata Morals, da Lumens e Tapuia, parceira da Gamer for Change America Latina, participou remotamente e trouxe insights para o design de interface que trazem a descolonização de games, tema novo e complexo que vem trabalhando para promover a saúde mental nos jogos. Renata fez um convite à reflexão: “antes de jogar para se entreter e divertir, temos que jogar como uma forma de refletir sobre nós mesmos, entender e absorver as diferenças das realidades apresentadas".

Pollyana Natarglacomo, psicanalista e game designer integrante da Games for Changes, comentou que "o jogo é para ser uma experiência, seja para o bem ou mal, então devemos focar em produzir referências boas para quem joga."

Julio Santi, da Pepita Digital e criador do jogo Master Lemon (projeto patrocinado pela Gamers for changes), falou um pouco de seu projeto que foca na preservação da memória com o objetivo do autoconhecimento, destacando a importância destes para a saúde mental.

Lucas Machado, professor de filosofia, destacou a maior motivação desde o princípio foi “a participar da Gamer for Change, foi entender que a gameficação e o próprio ato de jogar traz um momento de auto reflexão e pode ser uma ferramenta de inspiração".

Gilson aproveitou para lembrar a todos que "os jogos podem ser boas opções para nos ajudar a superar preconceitos globais, e devem ser ferramentas que combatam o racismo, o fundamentalismo e preconceitos gerais ao outro".

 

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Dicas para ter sucesso no TikTok

O painel Mitos e Verdades Sobre Produzir Conteúdo no TikTok foi inteiramente dedicado para quem quer obter sucesso no TikTok. Os quatro comportamentos criativos essenciais são: recomendações, identificação, curiosidades e sensações. É fundamental que o conteúdo criado não acabe no conteúdo e que continue reverberando entre seguidores e não seguidores (por meio da página For You).

Existem alguns caminhos para criar um vídeo com potencial de “viralização”, a começar com a definição de um formato próprio, para assim ter uma produção maior e mais assertiva, tanto na edição quanto no modo de apresentação. O formato estabelecido é o que vai criar uma identificação com o espectador.

Outro aspecto fundamental é comportar-se como autoridade perante o assunto. Ao ter certeza sobre aquilo que está falando, seja por repertório ou por estudo para o vídeo em questão, você naturalmente se tornara em uma referência sobre o tema. E ter noção e domínio sobre qual categoria ou nicho a conta se encaixa trará um norte para o perfil.

Embora a constância seja importante, o TikTok recomenda priorizar a qualidade ao invés da quantidade. Outra dica é estudar os resultados que a própria plataforma oferece, com o objetivo de identificar padrões, analisar formatos e avaliar o tempo de retenção dos vídeos. Estudar perfis parecidos com o seu também é uma prática recomendada.

Por último, as quatro "dicas matadoras" para performar bem na plataforma são: 1) trabalhar bem os primeiros segundos, que farão o usuário decidir se quer ver mais ou ir para o próximo; 2) ter um bom ritmo, importante para reter o espectador; 3) criar um conteúdo compartilhável pois quanto mais pessoas ficarem nele, mais o TikTok entenderá que aquilo é relevante e entregará para mais pessoas; 4) publicar sempre vídeos na vertical, afinal o TikTok é uma plataforma de vídeos na vertical.

A nova fase doa eSports no Brasil

Bruno Bitencourt, conhecido como “PlayHard”, CEO da Loud e Matias "Saadhak", atleta de valorant da LOUD e campeão mundial, sobem ao palco para falar do futuro do eSports no Brasil. Bruno é CEO de um dos maiores times brasileiros de eSports, destaca que o Brasil tem fortes talentos em FPS e o crescimento da Loud começou justamente com o FreeFire quando poucos acreditavam.

Comentam que a vitória da Loud no mundial de Valorant de 2022 vai gerar resultados a longo prazo, com crianças projetando para si o objetivo de serem pro players no jogo, com pretensão de viver do sonho e o Brasil tem capacidade de fazer isso.

Bruno destaca que “no Brasil precisamos tentar replicar o cenário de grandes polos do eSports, como a China e Koreia, de forma adaptada para a realidade e economia brasileira, com foco no jovem em prol da profissionalização do cenário gamer.". "Para salvar o eSports a nível nacional é necessário que os desenvolvedores dos jogos deem suporte aos times para gerar receita e girar a economia. Por exemplo, disponibilizando a venda de skins dos times, nao apenas em campeonatos e finalistas como feito no CS... vemos uma movimentação muito positiva da Riot com o Lol e Valorant, mas é importante impulsionar esse tipo de ação” finaliza PlayHard.

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