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“Até pastor já quis ser”, revela o trapper Veigh no The Noite desta quarta (22)

O The Noite é apresentado por Danilo Gentili e vai ao ar de segunda a sexta-feira, no SBT. Hoje, a partir de 00:30.



Com 2 bilhões de streamings e tendo atingido o primeiro lugar do Spotify Global, Veigh se tornou o trapper mais ouvido do Brasil e vem ao The Noite desta quarta (22) para comentar o sucesso, além de contar sua história antes da chegada ao topo.


Falando dos fãs que se emocionam ao conhece-lo, comenta: “fico nervoso, não sei como agir, não sei o que falo para os fãs. Eu entendo a diferença que a gente faz na vida da rapaziada”. A respeito de seu nome, afirma: “na Bahia o pessoal fala muito ‘Veiga’, acho da hora por causa do sotaque. As pessoas acham que é Veiga mesmo o meu nome, mas é Veigh”.


 

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O artista diz ter sua própria gravadora e argumenta:

desde o começo a gente acreditou que seria possível criar algo do que entrar em uma parada a convites. Sabe qual é o perigo? A maioria dessa rapaziada aproveita de você em um momento muito delicado, onde você está crescendo mas ainda não saiu do seu trampo, ainda está precisando de um dinheiro. Então, qualquer dinheiro que eles te oferecem ali no começo, para você é uma maravilha. 100 mil por três, quatro anos, você fica ‘mano, nunca vi isso na minha vida!’. Seu olho brilha pra caramba. Mas aí você vai ver, por três anos, 100 mil não é nada”.


 

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Sobre o álbum “Dos Prédios Deluxe” ter batido 6,5 milhões de plays no Spotify e superado Anitta, declara: “fiquei muito feliz, não por rivalidade, mas por ser um nome que a gente admira muito”. Relembrando a vida antes da fama, fala da época em que trabalhou com telemarketing: “tinha gente que entrava, fazia o treinamento todo, e era uma rapaziada que realmente precisava do trampo. Quando ia atuar, no primeiro dia chorava, ia embora, tinha crise de pânico, ansiedade”.

 

Contando que também tentou ser vlogger, revela: “até pastor já quis ser. Nasci na Congregação e depois fui para outras igrejas. Assembleia também costumava ir bastante. Fiz aula também de violino e flauta, tive vontade de aprender. Ainda frequento, no meio da rapaziada sou conhecido como um mano mais de boa, estou sempre falando de Deus. Por mais que eu não consiga ir tanto devido à correria, sempre estou conectado com Deus”. Veigh ensina ainda o ‘passinho flutuante’ a Danilo durante a entrevista e anima a plateia com seu som ao final da conversa.


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