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“Cinema Em Casa” - Streaming aumenta busca por projetos de sonorização residencial

Atualizado: 11 de fev. de 2023

Como fazer e quanto custa ter um “Cinema Em Casa”



O crescimento do mercado de streaming, que deve movimentar US$ 330 bilhões até 2030 em todo o mundo, está moldando a maneira como as pessoas consomem conteúdos de áudio e vídeo — com investimento em experiências mais econômicas, personalizadas e de melhor qualidade.


Um dos grandes pontos de virada neste segmento veio a partir da pandemia de Covid-19, que fez crescer a busca por plataformas de streaming para consumo de filmes, séries e músicas dentro de casa.


Dados da empresa de inteligência em entretenimento Mídia Research indicam que no primeiro semestre de 2022 o número de assinantes pagantes dos serviços de música já havia ultrapassado os 616 milhões de pessoas no mundo (eram 414 milhões em 2020).


 

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Outras estimativas de especialistas apontam que, nos Estados Unidos 85% dos lares têm ao menos uma assinatura de streaming de vídeo ativa, enquanto 60% também contam com um ou mais serviços pagos de música.


No Brasil, o streaming também está em alta: uma pesquisa da Hibou divulgada no primeiro semestre do ano passado, indica que 71% dos brasileiros são assinantes ou já assinaram alguma plataforma para assistir filmes ou séries online, como Netflix, Amazon Prime Video, GloboPlay e Disney+.


Hamilton Santos, técnico de produto da indústria Frahm — referência em produtos de sonorização para ambientes no Brasil —, aponta que para quem vivencia as evoluções no setor de áudio e vídeo é muito latente a mudança de produtos e o impacto disso no comportamento dos consumidores, principalmente nos últimos 15 a 20 anos, com a era digital.


“Antigamente para ter mais comodidade para assistir um filme, por exemplo, era necessário ir até o cinema ou era mais complicado ter acesso a mídias de melhor qualidade porque tudo era físico e analógico e necessitava diferentes aparelhos como videocassete e DVDs, além de grandes caixas acústicas para uma boa experiência de som... Hoje com os serviços de streaming e a internet, é possível integrar aplicativos e sistemas por meio de equipamentos menores ou até mesmo ocultos, com uma qualidade de áudio e vídeo muito superior aos aparelhos antigos”.

 

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Crescimento de mercado pós-pandemia


No pós-pandemia, a influência do digital e das novas tecnologias na integração dos serviços de sonorização, iluminação e imagem em ambientes residenciais deixou de ser uma ideia e passou a ser realidade para muitos lares brasileiros e segue crescente. As pessoas estão ficando mais em casa e estão mais atentas aos recursos disponíveis para ter mais conforto e investir em sistemas que atendam suas necessidades de forma simples, barata e imersiva.


“Os usuários se atentaram que o sistema de som é importante para a residência como um todo, porque é um item que também gera conforto e qualidade de vida. Não só na sala, para melhorar a experiência de assistir filmes e séries, mas também com sistema instalado no quarto, closet e banheiros que estejam em sinergia com outros aparelhos inteligentes e que podem ser acionados ao alcance das mãos ou reconhecimento por voz”, afirma.

Segundo o especialista, para obter uma qualidade mais próxima de um “cinema em casa” não basta só o uso de uma televisão, porque mesmo as mais modernas, podem precisar da composição de caixas e amplificadores de áudio.


“Filmes recém-lançados, como o concorrente ao Oscar “Avatar: O Caminho da Água”, possuem qualidade de mídia de áudio incrível, mas se for colocado em uma televisão comum no qual o som não é tão bom, a experiência ficará pela metade. Por isso, percebemos esse aumento de clientes que estão se atentando para ter equipamentos específicos de áudio e vídeo que se complementam para entregar uma experiência completa aos consumidores”, destaca.

 

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Como fazer e qual o valor de um projeto de sonorização


O primeiro passo para garantir uma boa experiência audiovisual residencial é o desenvolvimento de um projeto de sonorização com especialistas em instalação e integração de eletrônicos, que, no caso da Frahm, é feito de forma gratuita por técnicos homologados. Cabe a esses profissionais verificar os tipos de produtos que serão necessários de acordo com as características do cômodo ou imóvel que receberá o sistema de som.


Um bom exemplo vem das áreas de festa e piscina, nos quais são exigidos produtos mais potentes e que priorizam a reprodução de música e videoclipes com maior amplitude, diferente dos aparelhos usados em ambientes menores e com pouca circulação de pessoas.


Geralmente os componentes básicos para casas e apartamentos incluem caixas de som e amplificadores, além de subwoofer, dedicado à reprodução das baixas frequências de áudio.


De acordo com Hamilton Santos, esses sistemas não são complexos, nem caros, e não ultrapassam 15% do valor total de uma obra:


“Para ter um projeto relevante de som para um cômodo, por exemplo, estamos falando de um investimento na faixa dos três a cinco mil reais, dependendo da potência do equipamento. Este é o preço de um televisor e que traz como agregador a integração do ambiente de forma inteligente, além de proporcionar conforto e tecnologia”, conclui.

Esse texto é uma colaboração de Luan Martendal, da assessoria de imprensa das indústrias Frahm, empresa líder em soluções de sonorização no Brasil e pioneira em várias inovações no mercado brasileiro.


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