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Sinfônica apresenta concerto especial de Natal sábado, 17, na Concha

Atualizado: 29 de dez. de 2022

Apresentação será às 18h, e tem o patrocínio da Unimed Campinas


13 de dezembro de 2022

Sinfônica apresenta concerto especial de Natal sábado, 17, na Concha (Foto/Reprodução)


A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas e a Unimed Campinas apresentam neste sábado, 17 de dezembro, às 18h, seu tradicional Concerto Especial de Natal, na Concha Acústica do Taquaral, com entrada franca. “Um Natal para Carmen” revisita a música francesa de Bizet, Ravel e Massenet com suas célebres composições, além de clássicos natalinos para celebrar a época mais esperada do ano.

Os solistas Denise de Freitas (mezzo-soprano), Jessé Bueno (tenor) e Johnny França (barítono) dão voz ao trio apaixonado da ópera Carmen juntamente ao Coro Contemporâneo de Campinas, sob regência de Carlos Prazeres, titular e diretor artístico da OSMC.

A secretária de Cultura e Turismo, Alexandra Caprioli, destacou a importância da parceria com a iniciativa privada na realização de eventos públicos desta grandiosidade e qualidade para a cidade.


“Será um lindo concerto que trará o brilho do Natal para todos que vierem celebrar esta festa conosco”.
 

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Nesta data a Unimed Campinas também celebra seu 52º aniversário e, para esta comemoração dupla, viabilizou toda a estrutura de palco, iluminação, segurança e atendimento médico, bem como a ambientação natalina da Concha Acústica, contando com a presença de personagens típicos, Caminhão de Natal e brindes aos participantes.

“É sempre uma alegria para a Unimed Campinas oferecer este Concerto Especial de Natal e, mais ainda, no dia do aniversário de 52 anos da cooperativa. Esse evento é nosso presente à comunidade de Campinas e região, como forma de agradecimento pela confiança depositada em nós”, afirma o diretor presidente da Unimed, Dr. Gerson Muraro Laurito.

Carlos Prazeres

Um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração, é Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, desde julho deste ano, além de regente da Orquestra Sinfônica da Bahia desde 2011, sendo também, por oito anos seguidos, regente assistente na Orquestra Petrobras Sinfônica do Rio de Janeiro.

Dividiu o palco com artistas como Antonio Meneses, Nelson Freire, Heléne Grimaud, Ilya Kaler, Gil Shaham, Maxim Vengerov, Ramón Vargas, Peter Donohoe, Jean-Louis Steuerman, Fábio Zanon, Augustin Dumay, entre outros. Convidado pelo maestro Wagner Tiso para atuar como maestro de sua série MPB & JAZZ, passou a desenvolver uma extensa atividade na música popular, acompanhando artistas como Gilberto Gil, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, Hamilton de Holanda, Yamandú Costa, entre outros.

Como regente convidado, Prazeres tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos ao redor do mundo, como a Orchestre National des Pays de la Loire, Sinfônica de Roma, Orquestra da Arena de Verona, Sinfônica Siciliana, Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Montevideo, de Bogotá, de Buenos Aires do Teatro Colón, de Mendoza, de Minas Gerais, de Goiás, do Espírito Santo, Petrobras Sinfônica, Orquestra do Instituto Politécnico do México, OSESP, Orquestra do Theatro Municipal do RJ, Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), da USP, do Theatro São Pedro (RS), Jazz Sinfônica de São Paulo, entre outras.

Carlos Prazeres estudou regência com Isaac Karabtchevsky, graduou-se em oboé na UNIRio sob orientação do professor Luis Carlos Justi e foi bolsista da Fundação VITAE durante seus estudos de pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim/Fundação Karajan, sob a orientação de Andreas Wittmann.

Coro Contemporâneo de Campinas

O Coro Contemporâneo de Campinas é fruto da união do maestro Angelo Fernandes com os alunos de canto, instrumento, regência e composição dos cursos de Música do Instituto de Artes da Unicamp. Guiando-se pelo desejo de disseminar a música coral em Campinas – por meio de um projeto capaz de desenvolver um amplo trabalho de formação de cantores e regentes corais – o coro surgiu em 2009, com uma atuação que contempla repertório a cappella e montagem de óperas e cantatas.

Concomitantemente, o grupo realiza também pesquisas, com o intuito de formar um repertório de alto nível técnico e artístico, com ênfase na música coral composta nos séculos XX e XXI.

A constante pesquisa, aliada à busca e vontade de participar em eventos realizados na região circundante, em importantes festivais e encontros nacionais e internacionais, fizeram com que o grupo, a despeito de sua jovem trajetória, tenha ganhado destaque, sendo conhecido regional e nacionalmente. Além de atingir visibilidade e reconhecimento internacional, devido à participação e premiação em eventos de relevância na cena musical.

Denise de Freitas

Com apresentações nos mais renomados Teatros e Salas do Brasil, Denise tornou-se intérprete dos grandes personagens para a voz de mezzo-soprano, somando-se a eles em 2021 e 22, Romeo de “I Capuleti e I Montecchi”, de Bellini, Anna de “Sete Pecados Capitais”, de Kurt Weil e Príncipe Orlofsky de “Die Fledermaus”, de Strauss. Ao longo dos seus 30 anos de trajetória, é detentora de diversos prêmios, como o da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA, 2017) e Carlos Gomes, nos anos de 2004, 2009 e 2011. A convite do Ministério das Relações Exteriores, viajou a Tel Aviv, Budapeste, Berlim e Copenhague, representando a música e a cultura do Brasil, dedicando-se integralmente às obras de Villa-Lobos. Gravou, ainda, a Sinfonia nº 8, II Movimento, de Claudio Santoro, sob regência de Neil Thomson. Ao trabalhar com renomados maestros, acumula um extenso repertório sinfônico, incluindo obras de Mahler, Wagner, Brahms, Ravel, Respighi, Händel, Falla, Verdi e Rossini.

Jessé Bueno

Bacharel em Canto pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o carioca Jessé Bueno é atuante na cena lírica e musical brasileira desde 2008. Destacam-se suas atuações como o protagonista Quintino, na estreia mundial da ópera “O Diletante”, de João Guilherme Ripper, considerado um dos dez melhores espetáculos do ano de 2014, segundo o jornal O Globo. Em 2019, foi protagonista da ópera "O Elixir do Amor”, sob regência de Silvio Viegas. No mesmo ano, foi solista na estreia mundial da obra “Porque”, de Villani Côrtes, no II Congresso Internacional de Música Sacra, sob regência do maestro Eder Paolozzi. Ainda em 2019, foi um dos vencedores do primeiro Concurso de Canto Edmar Ferretti e, em 2022, do XV Concurso Estímulo para Cantores Líricos, em Campinas, conquistando também o primeiro lugar no Concurso de Canção Francesa da Aliança Francesa, recebendo uma viagem a Paris e um passe para o MaMA Festival & Convention, o maior encontro francês da indústria musical no país.


Johnny França

Barítono brasileiro vencedor do 12º e 14º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas e Concurso de canto Linus Lerner em San Luis Potosí, no México. É formado pela Academia de Ópera do Theatro São Pedro e pelo Ópera Studio da EMESP. Interpretou Marcello na ópera “La Bohéme”, de G. Puccini, Eisenstein em "Die Flerdemaus”, de J. Strauss e Chofer em “O Menino e a Liberdade”, de Ronaldo Miranda. Sob regência de Luiz Fernando Malheiro, deu voz ao Conde de Almaviva em “Le Nozze di Figaro”, de Mozart, e a Don Ferdinand em “Bodas no Monastério”, de Prokofiev. No Teatro de Manaus participou da montagem de “Adriana Lecouvreur", como Michonne. Na série Tardes de Ópera do Theatro São Pedro, esteve em “Ievguêni Oniéguin”, de Tchaikovsky, como Onegin, e no Theatro Municipal de São Paulo, como Priester em “A Flauta Mágica”, sob regência de Roberto Minczuk. Sua estreia como Escamillo da ópera “Carmen” de Bizet aconteceu no México e nos EUA. Interpretou ainda D. Giovanni na Berlin Opera Academy e no Teatro Pedro II sob regência de Cláudio Cruz. Tem como orientador vocal Walter Chamun.

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