Critica: “Power Rangers” e representatividade presente em Reboot (2017).
Decisão do estúdio acontece devido a crise da pandemia COVID-19.
13 de abril de 2020
Por João A. Amâncio

O ultimo Reboot de Power Rangers vamos dizer que ele foi no mínimo interessante, o filme conteve cena de ações e personagens dignos da franquia. Além disso foi incluído personagens de nichos diferentes dos comuns. O Ranger Azul que é autista e o Ranger Amarelo representando a comunidade LGBTQ+.
É interessante ver a franquia com este compromisso com a diversidade, a série antiga já havia a inclusão de atores de outras etnias, no caso, a africana e asiática que eram normalmente pouco visíveis nas produções da época.
Neste novo Reboot podemos ter a Ranger Vermelha, sim a líder dos Rangers ser uma mulher pela primeira vez e uma das personagens femininas ser trans. Muitos podem achar desnecessário, mas é fundamental para gerar uma sociedade mais plural a inclusão de minorias que sempre ficaram fora dos holofotes por questões socioculturais.
O Projeto do Reboot de Power Rangers foi anunciado pela Paramount em dezembro do ano passado. O Reboot de 2017 foi bem aceito, porém em questão de valores não foi aquela grande coisa que a franquia previa. Por isso o Reboot está para vir para ultrapassar a qualidade e em quantidade de dinheiro do Reboot passado.
É interessante ver “Power Rangers” novamente sempre é um entretenimento divertido e ver mais diversidade mesclado a muita faísca é sempre entusiástico!
