
A nova era da comunicação chegou e a forma de consumimos nossos programas preferidos de TV, como filmes, séries, shows, documentários e até realitys também mudou com a chegada de serviços de vídeo sob demanda no mercado, o famoso streaming da Netflix, abocanhando novos consumidores, mudando a cultura do entretenimento e impactando outros modelos de negócio direta e indiretamente como a TV por assinatura, que em 2018 a Anatel registrou uma redução de 521,77 mil assinantes no período de 12 meses nas quatro maiores operadoras de TV paga no país: Claro/NET, Sky, Oi e Vivo.
Uma das principais fugas dos clientes da TV por assinatura, além do custo beneficio, é a busca por um serviço de qualidade com o mesmo número (ou quase) de produções disponíveis em catálogo, como na Netflix e outras plataformas (HBO GO e Amazon Prime) tem ofertado, sem a obrigatoriedade de fidelizar o cliente em contratos de longos períodos e, com a variedade de recursos tecnológicos mais atrativos: download e visualização (HD/4k...). Além de tudo, o cliente tem a comodidade para assistir seu conteúdo onde e quando quiser e sem intervalos comerciais.
Segundo o site Tecnoblog, a Netflix deve fechar 2019 com uma base 8 milhões de assinantes no Brasil, resultando um faturamento de pelo menos R$ 1,4 bilhão (receita 50% maior que do SBT). Com esse resultado, os clientes da plataforma já superaram em números os da Sky e, está próximo de atingir da NET/Claro, atual líder do mercado nacional. E esse cenário deve mudar ainda mais com a chegada de outras plataformas, como a recente Apple TV+ e, das gigantes HBO Max do grupo Warner/AT&T e do Disney+.
