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Amor a três e sem crise: Ana Furtado, SBT e Disney+ oficializam união em FÁBRICA DE CASAMENTOS

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Apresentadora assume comando do reality em parceria inédita entre TV aberta e plataforma digital.


Publicado por LIPE JUSTINO


Créditos: Foto Reprodução por iA
Créditos: Foto Reprodução por iA


O entretenimento brasileiro ganhou uma configuração pouco convencional — e estratégica. A nova temporada de “FÁBRICA DE CASAMENTOS” marca a união entre SBT, Disney+ e Ana Furtado, em um modelo que, de forma bem-humorada, lembra um “triângulo amoroso” onde todos saem ganhando.


Com estreia prevista para o primeiro semestre de 2026, o reality retorna com episódios inéditos e uma proposta multiplataforma: será exibido simultaneamente na TV aberta, pelo SBT, e no streaming, pelo Disney+, que ainda contará com versões exclusivas de cada episódio.


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A principal novidade é a chegada de Ana Furtado, que assume o comando do programa e estreia nas duas plataformas. “O Fábrica de Casamentos tem tudo o que me move: amor, histórias reais e emoção. Fazer parte desse projeto com o SBT e o Disney+ torna tudo ainda mais especial”, afirmou a apresentadora.


O formato mantém sua essência ao acompanhar casais que precisam realizar o casamento dos sonhos em apenas sete dias, com bastidores intensos e momentos de grande carga emocional. Ao lado de Ana Furtado, retornam nomes já conhecidos do público, como Beca Milano, Lucas Anderi e Mari Dedevits.


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Créditos: Foto Divulgação / SBT e Disney+



Com direção de Marcelo Kestenbaum e produção da Formata, a nova temporada reforça uma tendência crescente no mercado audiovisual: a colaboração entre diferentes plataformas para ampliar alcance e relevância.

“Esse sempre foi um programa sobre sonhos, recomeços e emoções reais. Agora, ele também representa novas formas de levar essas histórias ao público”, destacou o diretor.

Mais do que uma nova fase, “FÁBRICA DE CASAMENTOS” simboliza um momento de transformação no entretenimento nacional — onde, ao contrário de disputas, TV e streaming mostram que podem dividir o mesmo “relacionamento” sem conflitos.

 
 
 

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