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Persistir ou desistir? Sam Sabbá expõe o custo real da carreira artística em novo videoclipe

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Projeto audiovisual dirigido por Kenny Kanashiro utiliza metáforas visuais para refletir sobre esforço, persistência e construção artística.


Publicado por LIPE JUSTINO


Créditos: Foto Divulgação / Saymon Sampaio
Créditos: Foto Divulgação / Saymon Sampaio


O cantor, compositor e ator Sam Sabbá apresenta o videoclipe de “DONOS DO TEMPO”, projeto audiovisual que aprofunda o discurso artístico do músico ao abordar a persistência diante das incertezas da carreira. A faixa, lançada recentemente nas plataformas digitais, ganha agora uma narrativa visual marcada por simbolismos e uma estética industrial que reforça o tema central da obra: a construção contínua de um sonho.


Gravado em um amplo galpão e dirigido por Kenny Kanashiro, o clipe propõe uma metáfora direta entre o artista e o operário. Ao longo da narrativa, Sam Sabbá surge não apenas como protagonista, mas também como alguém que participa ativamente da montagem de sua própria identidade artística. O conceito sugere que o sucesso não é resultado de talento isolado, mas de processos, tentativas e tempo.


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Em declarações divulgadas pela equipe do artista, o cantor destaca o aspecto emocional do projeto. “Existe um lugar muito delicado entre persistir em um sonho e suportar o peso que ele traz. Às vezes dói, mas é preciso seguir mesmo sem garantias”, afirma Sam Sabbá. Em outro momento, ele reforça a ideia central da canção: “A vida é para quem sabe sonhar. Você é dono do seu tempo, ninguém mais.”


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Créditos: Foto Divulgação / Saymon Sampaio
Créditos: Foto Divulgação / Saymon Sampaio


A produção musical assinada pelo próprio artista em parceria com Songz, somada ao trabalho audiovisual desenvolvido pela Arkon Films e pelo produtor Isaac Sabbá, evidencia uma fase de amadurecimento criativo. O projeto busca posicionar o cantor dentro de uma nova geração de artistas que combinam linguagem pop contemporânea com narrativas visuais mais autorais e reflexivas.


Ao transformar o cenário industrial em símbolo de disciplina artística, “DONOS DO TEMPO” amplia o debate sobre a romantização da carreira criativa e propõe uma visão mais realista sobre o esforço necessário para se consolidar no mercado cultural.

 
 
 

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