Aberto Para Compras vai longe? History aposta em mais uma temporada da caça ao tesouro brasileiro
- por REDAÇÃO
- 20 de jul.
- 2 min de leitura
Reality brasileiro sobre antiguidades ganha terceira temporada e percorre cidades históricas em busca de relíquias e personagens únicos
Publicado por REDAÇÃO

Créditos: Foto Divulgação / Andre Barmak | Os apresentadores e especialistas Cláudio Claudino e Sergio Longo Junior, ao lado de Luiz Alberto Gentile, Produtor Executivo da FJ Produções, durante o evento.
A History, canal pertencente à A+E Networks Brasil, confirmou oficialmente a terceira temporada de Aberto Para Compras, produção original da FJ Produções, durante um evento realizado em São Paulo, no último dia 10 de julho.
O anúncio foi feito por Karen Santiago, diretora de Programação e Conteúdo do canal. A série documental, que mistura elementos de reality com investigação cultural, acompanha os especialistas Cláudio Claudino, Luciana Coutinho e Sergio Longo Junior em suas jornadas por cidades brasileiras em busca de antiguidades, relíquias históricas e itens raros esquecidos pelo tempo.
CONTINUE APÓS A PUBLICIDADE
A nova temporada já tem cenário definido: as gravações ocorreram ao longo da Estrada Real, partindo do Rio de Janeiro (RJ) até Ouro Preto (MG). O grupo visita feiras, ateliês, casas antigas e espaços esquecidos, onde negociam peças com histórias curiosas e donos cheios de personalidade.
“É mais do que comprar objetos. É revelar histórias, conexões e memórias afetivas escondidas nos porões do Brasil”, comentou Luiz Alberto Gentile, produtor executivo da FJ Produções.
CONTINUE APÓS A PUBLICIDADE
A direção continua sob o comando de Andre Barmak, que destaca o diferencial da série: “Não se trata só de valor financeiro. Cada objeto carrega um passado e, muitas vezes, um reencontro com a identidade de quem o possui”.
A segunda temporada, recém-finalizada em junho de 2025, tem estreia prevista para ainda este ano. Já a terceira fase — agora confirmada — reforça o sucesso da fórmula que une cultura, história, economia criativa e o famoso “jeitinho brasileiro” de negociar.
Comentários