HBO Max revisita a Democracia Corinthiana em série sobre futebol, liberdade e poder
Produção original da HBO terá oito episódios e acompanhará jogadores e dirigentes que desafiaram estruturas tradicionais do clube durante a ditadura militar
Publicado por LIPE JUSTINO

A HBO Max anunciou o elenco protagonista da nova série original da HBO inspirada na Democracia Corinthiana, movimento que marcou a história do Corinthians e do futebol brasileiro. Com oito episódios, a produção vai retratar uma geração de jogadores e dirigentes que transformou o clube em um espaço de participação coletiva em um período ainda marcado pela ditadura militar.
Na série, Pedro Lamin interpreta Sócrates Brasileiro, enquanto Guthierry Sotero vive Wladimir Rodrigues dos Santos. Davi Araujo será Walter Casagrande, Humberto Carrão interpreta Adilson Monteiro Alves, Marco Ricca dá vida a Vicente Matheus e Alessandra Negrini interpreta Marlene Matheus.
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A trama acompanha as figuras centrais da Democracia Corinthiana e os conflitos provocados pela tentativa de estabelecer novas formas de participação e tomada de decisões dentro do Corinthians. No outro lado dessa disputa estão personagens ligados às estruturas tradicionais de poder do clube, criando um conflito que ultrapassa as quatro linhas.
A produção também pretende mostrar como o movimento se relacionava com o contexto político brasileiro daquele período. Inspirada em acontecimentos reais, mas com elementos ficcionalizados, a série apresenta uma geração que passou a questionar estruturas de poder e encontrou no futebol um espaço para discutir liberdade, transformação e participação.
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A produção é da Maria Farinha Filmes. Criada por Moara Passoni, a série terá direção geral de Aly Muritiba, com direção também de Passoni e Maria Farkas. Passoni assina ainda como uma das produtoras executivas e roteirista-chefe, em cocriação com David Barker.
Na Maria Farinha Filmes, a produção fica a cargo de Mariana Oliva, Ana Lúcia Villela, Estela Renner, Luana Lobo e Marcos Nisti. Pela Warner Bros. Discovery, a produção executiva é de Mariano Cesar, Anouk Aaron e Vanessa Miranda.
A série ainda não teve sua data de estreia divulgada na pauta. O projeto parte de um dos capítulos mais singulares da relação entre futebol e sociedade no Brasil para apresentar, em formato ficcional, os conflitos de uma geração que tentou mudar a maneira como um clube era administrado.










































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