Documentário sobre Elizabeth Holmes quebra recorde histórico no Letterboxd
há 13 horas
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Dirigido por Nathan Fielder e Lance Oppenheim, "Tudo Pode ser Visto" alcançou nota 4,8 de 5 na plataforma e estreia no Brasil em novembro
Publicado por Rafael Paiva
O documentário Tudo Pode Ser Visto (You Can See Everything) conquistou um feito raro poucos dias após chegar aos cinemas dos Estados Unidos. A produção da A24 alcançou nota média de 4,8 de 5 no Letterboxd e chegou ao topo do ranking histórico da plataforma, tornando-se o filme mais bem avaliado entre os títulos listados.

Dirigido por Nathan Fielder e Lance Oppenheim, o longa acompanha Elizabeth Holmes, fundadora da Theranos, empresa de tecnologia da saúde que prometia realizar diversos exames a partir de uma única gota de sangue. A companhia se tornou o centro de um dos maiores escândalos do Vale do Silício após as promessas de sua tecnologia não se concretizarem.
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Os últimos dias antes da prisão
Condenada por fraude contra investidores, Holmes convida uma equipe de filmagem cética para registrar seus passos nos 34 dias anteriores à entrada na prisão. O que começa como um retrato de sua rotina se transforma em um documentário que acompanha uma jornada de três anos, com a participação dos diretores na investigação da história.

O filme busca mostrar a mulher por trás do escândalo e coloca em evidência as diferentes versões apresentadas por Holmes sobre sua trajetória. Com quase três horas de duração, a produção mistura o acompanhamento da rotina da empresária com questionamentos sobre a relação entre imagem pública, manipulação e verdade.
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Recorde na plataforma
A repercussão de Tudo Pode Ser Visto também se estendeu às avaliações da crítica. O documentário alcançou 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e chamou a atenção pelo desempenho no Letterboxd, onde chegou à média de 4,8 estrelas. A posição no ranking, porém, pode mudar conforme novas avaliações são registradas.

Produzido pela A24, o longa estreou nos cinemas norte-americanos em outubro e chega ao Brasil em 26 de novembro, com distribuição da Sony Pictures. A distribuidora também adquiriu os direitos do documentário para outros países da América Latina.













































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