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Live-actions em crise? Disney tenta mudar o jogo com MOANA nos cinemas em 2026

  • 25 de mar.
  • 2 min de leitura

Novo trailer apresenta Catherine Lagaʻaia e o retorno de Dwayne Johnson como Maui em aposta estratégica do estúdio.


Publicado por LIPE JUSTINO


Créditos: Foto Divulgação / Walt Disney Studios Motion Pictures
Créditos: Foto Divulgação / Walt Disney Studios Motion Pictures


O lançamento do novo trailer e pôster de MOANA, aguardada adaptação em live-action da Disney, recolocou o estúdio no centro de um debate recorrente: qual é o futuro das releituras em versão realista de seus clássicos animados.


Estrelado por Catherine Lagaʻaia no papel da protagonista e com o retorno de Dwayne Johnson como o carismático semideus Maui, o filme chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho de 2026, cercado por expectativas que vão além do apelo nostálgico. A produção surge em um momento em que adaptações recentes de princesas dividiram opiniões entre crítica e público, levantando questionamentos sobre saturação de franquias e reinvenção criativa.


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O longa conta ainda com John Tui como o Chefe Tui, Frankie Adams no papel de Sina e Rena Owen como a avó Tala. A direção é assinada por Thomas Kail, vencedor do Emmy® e do Tony Award®, conhecido pelo fenômeno teatral HAMILTON, enquanto a trilha sonora reúne novamente o premiado time formado por Lin-Manuel Miranda, Opetaia Foaʻi e Mark Mancina.


Produzido por nomes ligados diretamente ao universo da franquia, incluindo o próprio Dwayne Johnson, além de Dany Garcia, Beau Flynn e Hiram Garcia, o projeto também conta com a participação executiva de Auliʻi Cravalho, voz original da heroína nas animações MOANA – UM MAR DE AVENTURAS e MOANA 2.


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Créditos: Foto Divulgação / Walt Disney Studios Motion Pictures
Créditos: Foto Divulgação / Walt Disney Studios Motion Pictures

Mais do que revisitar uma história de sucesso, o live-action parece dialogar com uma mudança no comportamento do público global. Em meio ao crescimento do streaming e das redes sociais, grandes estúdios buscam novas formas de transformar experiências cinematográficas em eventos culturais capazes de mobilizar diferentes gerações.


Até a estreia, a recepção ao material promocional deve seguir alimentando discussões sobre a relevância dos remakes e sobre a capacidade da Disney de renovar suas próprias narrativas sem perder a força simbólica que construiu ao longo de décadas.

 
 
 

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