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Crime, fama e disquetes: O Rei da Internet transforma hacker brasileiro em cinema

João Guilherme protagoniza filme inspirado na história real de Daniel Nascimento.


Publicado por LIPE JUSTINO


Créditos: Foto Divulgação / Manequim Filmes
Créditos: Foto Divulgação / Manequim Filmes

A Manequim Filmes divulgou o trailer oficial de O Rei da Internet, longa-metragem inspirado na trajetória de Daniel Nascimento, considerado um dos maiores hackers brasileiros dos anos 2000. O filme é protagonizado por João Guilherme e aposta em uma narrativa repleta de ação, crime e reviravoltas.


Dirigido por Fabrício Bittar, que também assina o roteiro ao lado de Vinícius Perez, o longa acompanha a ascensão meteórica de Daniel, que ainda adolescente passou a invadir servidores nacionais e internacionais, integrou uma organização criminosa que movimentou milhões de reais e viveu uma rotina marcada por ostentação, festas e riscos constantes.


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A história mostra como, antes de completar 17 anos, Daniel se tornou alvo de uma grande operação da Polícia Federal, evidenciando o contraste entre genialidade técnica e imaturidade emocional. No trailer, cenas de perseguições, violência física, festas e tecnologia antiga — como computadores com disquetes — reforçam o clima de um período em que o termo “hacker” ainda era novidade no vocabulário popular.


No elenco, João Guilherme divide a cena com Marcelo Serrado, que interpreta o mentor do protagonista, além de Débora Ozório, Emílio de Mello, Bia Seidl, Adriano Garib, Kaik Pereira, Clarissa Müller, André Ramiro e Eri Johnson.


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Distribuído pela Manequim Filmes, selo da Vitrine Filmes, e coproduzido em parceria com Telecine e Clube Filmes, O Rei da Internet propõe uma reflexão sobre juventude, poder, dinheiro fácil e os limites éticos do mundo digital.


Em nota oficial, a produção define o filme como “uma aventura dramática sobre o que um adolescente é capaz de fazer quando tem acesso irrestrito ao dinheiro, à tecnologia e à sensação de impunidade”. Ao revisitar esse período, o longa também provoca nostalgia e debate sobre os caminhos da criminalidade na era digital.

 
 
 

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