“Olha lá quem vem”: Rouge volta aos holofotes e reacende velhas tensões
- por REDAÇÃO

- há 22 horas
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Produção da HBO reúne ex-integrantes e promete revelar bastidores nunca contados.
Publicado por LIPE JUSTINO

Crédito: Kelly Fuzaro
A HBO anunciou a produção de uma série documental inédita sobre o Rouge, um dos maiores fenômenos da música pop brasileira dos anos 2000. Ainda em fase de gravação e sem data de estreia confirmada, o projeto promete revisitar a trajetória do grupo sob a ótica de suas próprias integrantes — e já provoca intensa repercussão nas redes sociais.
A série reúne Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils e Lu Andrade, que compartilham, pela primeira vez, suas versões sobre os bastidores da formação do grupo no reality show Popstars (SBT, 2002), o sucesso meteórico, o rompimento e as trajetórias individuais.
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Dirigida por Tatiana Issa, que também assina a produção executiva ao lado de Guto Barra, a série é uma coprodução da Producing Partners com a Warner Bros. Discovery. A dupla é responsável por documentários de forte impacto como Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez e Bateau Mouche: O Naufrágio da Justiça.
Apesar do tom celebratório, o anúncio da série também trouxe controvérsia. A ausência de Li Martins, integrante original do Rouge, gerou questionamentos imediatos entre fãs. Embora tenha sido convidada, a cantora optou por não participar do projeto — decisão que desencadeou debates e especulações nas redes sociais sobre os motivos da exclusão.
Em meio às discussões, a própria produção antecipa que o documentário abordará temas delicados, como conflitos internos, pressão da indústria, assédio e golpes financeiros enfrentados pelas integrantes ao longo da carreira. Esse posicionamento aumentou a expectativa do público, mas também levantou receios sobre a exposição de episódios sensíveis do passado.
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Formado em 2002 em parceria com a Sony Music, o Rouge vendeu cerca de 6 milhões de cópias, conquistou múltiplos discos de ouro e platina e se consolidou como um marco da música pop nacional. Quase duas décadas após o fim do grupo, a série surge como uma tentativa de retomar a narrativa — agora contada por quem viveu a história de dentro.
Sem confirmar datas ou detalhes adicionais, a HBO mantém silêncio sobre os desdobramentos da produção. Ainda assim, antes mesmo da estreia, o documentário já demonstra que o legado do Rouge segue vivo — e capaz de provocar emoção, debate e divisão.























































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