Brasil entra forte no Oscar 2026 e desafia gigantes de Hollywood
- por REDAÇÃO

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Filme de Kleber Mendonça Filho coloca o Brasil entre os principais concorrentes do Oscar.
Publicado por LIPE JUSTINO

Créditos: Foto Divulgação / Vitrine Filmes
A 98ª edição do Oscar®, organizada pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences, já tem seus indicados oficiais. A lista foi divulgada em 22 de janeiro de 2026, e a cerimônia está marcada para 15 de março, no tradicional Dolby Theatre, em Hollywood, com transmissão mundial. Neste ano, o Brasil chega à premiação com um desempenho considerado histórico.
O cinema brasileiro soma cinco indicações ao Oscar 2026, lideradas por O Agente Secreto, novo filme de Kleber Mendonça Filho, que se consolida como uma das produções nacionais de maior repercussão internacional recente. O longa concorre em quatro categorias de peso: Melhor Filme Internacional, Melhor Filme, Melhor Elenco e Melhor Ator, com Wagner Moura.
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O reconhecimento em categorias além da tradicional disputa internacional marca um avanço simbólico. Segundo a própria Academy, o Oscar busca “celebrar a excelência cinematográfica global, independentemente de origem”, reforçando a relevância de produções que ultrapassam fronteiras culturais.
Na corrida geral, o cenário é competitivo. Pecadores (Sinners) surge como o filme mais indicado do ano, com 16 nomeações, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor para Ryan Coogler e Melhor Ator para Michael B. Jordan. Logo atrás aparece Uma Batalha Após a Outra, com 13 indicações, consolidando-se como outro grande favorito da temporada.
Entre os destaques também estão Hamnet, indicado em oito categorias e forte na disputa de Melhor Atriz com Jessie Buckley, além de títulos como Frankenstein, Marty Supreme, Bugonia, Sentimental Value e Train Dreams, que aparecem em categorias artísticas e técnicas.
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Na categoria de Melhor Filme, O Agente Secreto concorre diretamente com produções de grande orçamento e ampla campanha internacional, como Pecadores, Uma Batalha Após a Outra, Marty Supreme, Hamnet e Frankenstein. Já em Melhor Ator, Wagner Moura enfrenta nomes como Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio, Ethan Hawke e Michael B. Jordan, em uma das disputas mais comentadas do ano.
Para o cinema brasileiro, o impacto vai além de possíveis estatuetas. A presença em categorias centrais sinaliza um reposicionamento internacional, mostrando que produções nacionais podem competir de igual para igual com grandes estúdios e cineastas consagrados. O feito também amplia a visibilidade do audiovisual brasileiro e fortalece o interesse global por novas histórias vindas do país.























































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